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Salvador, Bahia, Brazil
Sou Mulato, Solteiro, Discreto, Bisexual, 38 Anos, 1,80m, 80 kg e Aventureiro. Procuro Amizade Íntima com homens e mulheres simples, discretos,putões, não afeminados, 100% ativos, livres de medos e opiniões alheias para amizade e parceira em aventuras sexuais de toda espécie( Lugares Públicos, Sexo Grupal, Praias Desertas, Filmagens e Fotografias Pornôs) & sem nenhum vínculo financeiro, só sexo e amizade. Estou aberto a relacionamento discreto, livre, sem drogas e nem violência. Afeminados serão descartados pois preservo a discrição e o respeito mútuos.Negros são preferência mas todos os ativos,loucos por sexo e bem dotados serão bem Vindos. Aguardo Contato. Quero matar o desejos de todos os taradinhos e safados de plantão...

Pode Crer!

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Uma nova identidade: dez transexuais e suas histórias.

Eles representam 0,5% da população mundial. Até pouco tempo, eram praticamente invisíveis aos olhos da população e, especialmente, do governo, pois não são contabilizados pelo Censo do IBGE. As políticas públicas de atendimento a essa população acabaram de completar vinte anos, mas apenas depois de 2008 começaram a funcionar de maneira estruturada, ainda que insuficiente: no Brasil são apenas cinco centros especializados para a realização de cirurgias de mudança de sexo e nove ambulatórios para terapia hormonal.
A população transexual ganhou visibilidade no horário nobre da televisão brasileira, graças à personagem Ivana da novela A Força do Querer, que retrata a vida de um homem que nasceu no corpo de um mulher. Ivana, na verdade é Ivan, um homem transexual como milhares de brasileiros anônimos. Filho de uma família de classe média alta, o personagem enfrenta seus medos e a rejeição familiar, assim como a maioria dos trans da vida real.
Fora da ficção, no entanto, a realidade é ainda mais cruel. O Brasil lidera o ranking mundial de assassinatos de pessoas transexuais, segundo monitoramento da ONG Europeia Transgender feito em 65 países. Em 2016, pelo menos 808 pessoas perderam a vida por serem trans no Brasil – duas por dia, enquanto no México (segundo país no ranking), foram 229 assassinatos.
“A população de transexuais e travestis ainda é a mais estigmatizada e incompreendida do Brasil. Não existimos oficialmente para o governo, somos assassinados diariamente simplesmente por sermos quem somos. Para nós, tudo é mais difícil, até mesmo conseguir usar o nome social”, diz Keila Simpsons, presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), que afirma que pelo menos 90% das mulheres transexuais e travestis ainda vivem da  prostituição e são marginalizadas.
Atendimento especializado
A população transexual pode procurar atendimento cirúrgico especializado em São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Goiânia. Em São Paulo e no Rio, no entanto, os dois serviços mais antigos estão fechados para atendimentos de novos casos desde 2015 e de 2010, respectivamente, porque não conseguem dar conta da demanda. No caso de São Paulo, por exemplo, a agenda de cirurgias está completa até 2021. E já existem oitenta pessoas aptas a operar – e elas serão atendidas apenas em 2022. Outros 120 pacientes aguardam para ser avaliados e nem sequer passaram pela triagem.
O Hospital das Clínicas de São Paulo é o único que tem um centro cirúrgico exclusivo para atendimento dessa população. A unidade é capaz de realizar quatro cirurgias por mês, sendo duas novas e dois retoques ou complementações, totalizando 24 novas cirurgias por ano.
Desde que fechou o atendimento para novos casos de adultos, o Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (IPqHC) passou a focar o acolhimento de crianças a partir de 3 anos e de adolescentes. O serviço que funciona desde 2010 já recebeu 170 adolescentes e sessenta crianças.
“Passamos a focar nestas pessoas porque houve um aumento espontâneo de consultas ambulatoriais para esse público. Começamos a dar vazão a este atendimento e a procura só aumentou. É um trabalho muito delicado, específico. E quanto mais cedo começarmos esse atendimento, melhor para a pessoa”, afirma  o psiquiatra Alexandre Saadeh, coordenador do serviço.
De acordo com ele, a partir dos 3 anos a criança já expressa identidade de gênero. “Não fazemos nada com essa criança, a gente orienta os pais e faz o acompanhamento. A grande questão é fechar o diagnóstico correto o mais cedo possível para que a puberdade biológica dessa criança não se desenvolva e ela não tenha os caracteres principais do seu sexo biológico até chegarmos na idade em que a hormonioterapia será possível”, explicou.
Uma das principais lutas da população de travestis e transexuais é a “despatologização” da condição. Existem várias correntes nesse sentido, especialmente na Europa. A transexualidade ainda consta como doença mental no DSM 5 (Manual de Doenças Mentais, a referência mundial da psiquiatria). “A transexualidade não é doença, mas é preciso ter um diagnóstico. O olhar psiquiátrico é importante para afastar outros transtornos que envolvem a identidade de gênero. O diagnóstico é fundamental para que a pessoa tenha direito a buscar o tratamento hormonal e cirúrgico pelo SUS”, explica Saadeh.
A mesma opinião é compartilhada pela endocrinologista Elaine Frade Costa, coordenadora do Ambulatório de Transexuais do Hospital das Clínicas da USP. “Se essa classificação sair por completo do DSM, essas pessoas não precisarão de acompanhamento médico. Não tendo um CID [classificação internacional de doenças] não tem por que você ser atendido pelo SUS”, diz.
Segundo Eduardo David Gomes de Sousa, do Ministério da Saúde, o credenciamento de novos serviços é uma limitação que o governo enfrenta, especialmente por falta de infraestrutura adequada nos estados e profissionais especializados nesse atendimento. “Estamos constantemente tentando ampliar a rede cirúrgica e hospitalar, mas o que mais conseguimos são serviços ambulatoriais”, diz ele, que considera a oferta de serviços do SUS para transexuais uma das melhores do mundo.
Escolaridade e profissão
Dados inéditos de uma pesquisa realizada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo buscou traçar o perfil e histórias pessoais e educacionais dessa população. O projeto Muriel foi coordenado pela professora Maria Amélia Veras e ouviu no decorrer de dois anos 673 pessoas transexuais de sete cidades do estado. Os resultados são alarmantes:  75,5% dos entrevistados relataram estar trabalhando, mas com vínculos empregatícios precários. Desses, 60,5% são autônomos; 8,7% não possuem carteira de trabalho assinada e 6,3% trabalham como diaristas. Para piorar o cenário da informalidade, a média de permanência em cada emprego não supera nove meses.
Ao avaliar o nível de escolaridade do grupo que participou da pesquisa, Maria Amélia constatou que apenas 1% deles chegou a completar o nível superior e fazer pós graduação. Um terço da amostra estudou apenas o primeiro grau e depois saiu da escola. 32,5% concluiu o segundo grau e apenas 4% chegaram à universidade. “A pesquisa demonstra de forma clara que o acesso à escolaridade e ao emprego ainda é muito precário”, diz Maria Amélia.
“A empregabilidade nessa população é muito complicada. O abandono dos estudos acontece muito cedo por falta de apoio familiar e de oportunidades, pois a maioria desses adolescentes são colocados para fora de casa. Raríssimos são os que chegam ao ensino superior, a trajetória é muito difícil”, avalia Regina Facchini, pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Segundo Regina, em geral, os que chegam a terminar os estudos receberam o apoio da família. Os demais, quando estão realmente determinados a estudar,  chegam com atraso, pois retornam à escola por volta dos 25 anos.
Desde 2014, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) permite que as pessoas transexuais se inscrevam na prova usando o nome social, mesmo que ainda não ele tenha sido oficialmente alterado na Justiça. “Você nota um aumento no número de inscrições ano a ano porque as pessoas passam a se sentir mais à vontade de participar com o nome que realmente de identificam”, diz Regina. Segundo o Ministério da Educação, foram 102 inscrições com nome social em 2014; 278 em 2015; 408 em 2016.
Em São Paulo, uma das formas de inserção na escola e no mercado de trabalho acontece por meio do Programa TransCidadania, implementado em 2015 pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT). O projeto é voltado para a para transexuais e travestis de baixa renda, que recebem uma bolsa de 983 reais para se manter estudando e, posteriormente, ser encaminhadas ao primeiro emprego. Ao todo, são ofertadas 175 vagas.
Mesmo diante de um cenário tão complexo e adverso, reportagem de VEJA foi atrás de personagens transexuais que viveram e superaram todas as dificuldades inerentes à condição em um cenário como o descrito acima. E encontrou pessoas que, após o turbilhão – psicológico, social e familiar -, encontraram a felicidade e algum tipo de aceitação social: há um médico, uma delegada de polícia, um guarda-civil, um servidor do Judiciário, atores, publicitários, empresários e professores. Abaixo, o relato de cada um deles.

domingo, 22 de outubro de 2017

9 Mulheres Comuns Contam como foi Fazer Sexo à Três. Saiba um Pouco Mais Dessa Fantasia.



Não importa se você já fez ou não fez sexo a três, mas a verdade é que você provavelmente já pensou sobre isso. 9 em 10 dez mulheres já revelaram que têm como fantasia o sexo a três, e nós separamos aqui nove depoimentos sobre como aconteceu com cada uma das nossas entrevistadas.
  1. “Minha experiência com o sexo a três foi com um casal de amigos. Eles eram casados e eu era muito amiga dos dois e já falávamos sobre fazer isso havia algum tempo, mas nunca levávamos nossos planos para a frente. Na noite em que realmente aconteceu, estávamos todos bebendo e conversando em uma roda de amigos e de alguma maneira acabamos indo os três para a mesma casa. Eu e minha amiga estávamos na cama e o marido dela começou a nos beijar e tirar a nossa roupa. Ele começou transando comigo e depois com a mulher dele, e ainda que eu estivesse receosa pelo fato deles serem casados, eu e minha amiga nos demos muito bem na cama. Fiz oral nela enquanto estava de quatro para o marido dela e depois ela fez o mesmo comigo. Ela começou a cavalgar nele enquanto ele fazia oral em mim. Tudo simplesmente aconteceu de maneira natural e no outro dia nenhum de nós estava agindo de uma maneira estranha. Foi ótimo.” – Lúcia, 28 anos.
  2. “Um amigo meu achou que seria uma ótima ideia se fossemos a um clube de swing. Ele já havia estado lá e eu comentei que estava curiosa para saber como tudo aquilo acontecia, e então, lá fomos nós. De início, nós transamos em um quarto privado para quebrar o gelo, já que nunca tínhamos dormido juntos. Depois disso, fomos dando uma olhada em outros quartos privados e em um deles o casal permitiu que ficássemos ali assistindo. Meu amigo estava tão excitado e eu estava tão animada com tudo que perguntei ao casal se poderia participar e eles concordaram. Me juntei à mulher que estava fazendo um oral e me senti atraída por ela. Perguntei se podia tocá-la e comecei nos seios, mas logo fui para a vagina e comecei um oral. Enquanto isso, simplesmente senti meu amigo me pegando de quatro, mas ele ficou tão animado que acabei me atrapalhando no oral. Tudo foi um pouco estranho no começo, mas foi uma ótima noite. ” – Amanda, 26 anos.
  3. “Eu estava fazendo um mochilão pela Europa sozinha por algumas semanas e comecei minha viagem por Lisboa. Na primeira noite no hostel, consegui fazer amizade com três australianos, e não vou mentir, me senti imediatamente atraída por eles. Nessa mesma noite eu fiquei um pouco mais próxima de dois deles, John e Steve, bebemos a noite toda e decidimos ir para um pub que ficava próximo ao hostel. Um pouco depois, eu e John ficamos juntos no bar e cerca de cinco minutos depois ele me virou para o outro lado insinuando que eu deveria beijar o Steve. Depois disso nós três já sabíamos bem o que ia acontecer ali e voltamos para o hostel. O tempo todo eu só pensava o quão perfeito era aquilo que estava acontecendo porque eles eram lindos e eu provavelmente nunca mais iria vê-los na vida, então eu estava muito animada para ir em frente. Quando chegamos ao hostel fomos direto para o banheiro feminino e tudo começou no chuveiro, onde enquanto John me pegava por trás, Steve estava na minha frente recebendo um oral, depois fiquei deitada no meio do banheiro enquanto os dois revezavam posições.
    No outro dia acordei com a sensação de dever cumprido, porém, não estava nem um pouco a fim de ver nenhum deles de novo. Mas é claro, poucas semanas depois encontrei os dois enquanto estava esperando meu ônibus para Madri. Não foi uma situação tão estranha, mas você percebe como o mundo é pequeno quando você faz esse tipo de viagem. Espero nunca mais encontrá-los de novo e essa é só uma boa história da minha primeira noite na Europa.” – Thaís, 24 anos.
  4. “No meu caso, o que aconteceu foi entre quatro pessoas. Estava com o meu namorado e mais um casal de amigos que já estava acostumado a participar de festas de swing, e acredite, eles conseguem ser bastante persuasivos quando esse é o assunto. Lembro-me de ter ficado bastante excitada com a ideia no início, principalmente porque meu namorado e o amigo estavam tão animados com a ideia que imaginei que eles topariam qualquer coisa. A melhor parte foi ver os dois descendo até a minha vagina, e aconteceu bastante coisa ali, porém, quando vi que a outra garota ia começar a fazer um oral no meu namorado não gostei nada da ideia e rapidamente dei um jeito de parar com aquilo e trocar de lugar com ela. Eles perceberam que fiquei incomodada com a situação e tudo ficou bem. Essa foi minha primeira experiência sexual com mais de uma pessoa e sei que farei isso outras vezes, mas nunca se eu estiver emocionalmente envolvida com algum dos participantes.” — Bárbara, 22 anos.
  5. “Eu estava conversando com um cara no Tinder, nós trocamos números de telefone e começamos a conversar. Combinei de ir à casa dele com a desculpa de ver algo no Netflix. Quando cheguei lá, descobri que ele morava com um amigo e simplesmente aconteceu dele se juntar a nós para assistir a alguma coisa. Começamos a beber, conversar, rir e em pouco tempo estávamos os três em um quarto. Os dois começaram a tirar minha roupa e eu comecei a tirar a roupa deles. Enquanto eu fazia oral em um, o outro transava comigo e eles revezaram essas posições algumas vezes. Foi muito sexy e prazeroso. Depois disso, acabei dormindo na casa deles e ainda repeti um pouco da diversão com o cara que conversei inicialmente. ” – Julia, 24 anos.
  6. “Fiz um sexo a três com o cara que perdi a virgindade e minha melhor amiga. Era feriado, ele estava na minha cidade de novo para visitar os pais e ficava o tempo todo falando sobre isso. Eu e minha amiga tivemos um momento de tesão e coragem e resolvemos aceitar. Estávamos os três na minha cama e tudo foi tão excitante que ele terminou completamente suado. Foi engraçado e eu adorei transar com ele, mas não curti tanto assim vê-lo transando com a minha amiga. “– Vitória, 21 anos.
  7. “Eu estava fazendo intercâmbio na Irlanda e resolvi ir a um pub no sábado à noite. Nesse dia eu bebi tanto que roubei uma garrafa de vodka do bar e fiquei andando com ela por todos os lados. Eu estava convencida de que o barman tinha me dado aquela garrafa, mas não era isso que o segurança dizia. No meio dessa confusão, um irlandês muito bonito começou a conversar comigo e me convenceu a devolver a garrafa, ele estava junto com um amigo e depois daquela confusão, o segurança havia me mandando ir embora.
    Pedi para que os dois irlandeses me acompanhassem até o meu apartamento e enquanto estávamos no caminho perguntei se eles queriam transar comigo. Os dois gostaram da ideia e começamos a transar, fiquei de quatro e enquanto um me pegava por trás eu fazia oral no outro. Foi bastante cansativo ficar nessa posição e me senti desconfortável, até que pedi para que eles parassem porque eu precisava ir ao banheiro. Quando voltei os dois já haviam ido embora. Aliviada, deitei e dormi tranquila sabendo que jamais faria aquilo de novo. “ – Larissa, 23 anos.
  8. “Era o aniversário do namorado da minha colega de quarto e decidimos ir jantar, normalmente, e nunca houve nenhum assunto sobre sexo acontecer naquela noite. Voltamos para casa e todos decidimos beber mais um pouco, estava tudo tranquilo até que minha amiga começou a se agarrar com o namorado no meio da sala, e depois começou a me beijar, e depois o namorado dela veio para cima de mim. As coisas ficaram bem quentes e fomos os três para o quarto, começamos a transar e tudo ia bem até que paramos de repente porque alguém tocou a campainha. Era o cara com quem eu estava ficando mais cedo e eu tinha esquecido completamente que tinha chamado ele para ir ao nosso apartamento mais tarde.
    Estávamos tão excitados que simplesmente falamos para que ele fosse embora, e voltamos para o quarto. Foram várias posições e muito tesão até que tudo começou a ficar estranho. No outro dia quando acordei eu não queria ver nem minha amiga e nem o namorado, mas no fim do dia o namorado dela ligou e agradeceu a nós duas pelo presente. “ – Patrícia, 23 anos.
  9. “Uma vez, fiz um sexo a três com mais duas amigas. Estávamos todas na minha casa para uma noite de meninas e todas nós tínhamos namorado na época. Bebemos bastante, conversamos, rimos, e ficamos um bom tempo na hidromassagem da minha casa brincando de verdade ou consequência. Pouco tempo depois, nós três estávamos nuas e no minuto seguinte parecia que já estávamos as três no chuveiro. Antes de continuarmos, juramos que nunca iriamos contar aquilo para ninguém, fomos para o meu quarto e depois de uma hora de sexo e muitos orgasmos, decidimos que era hora de parar e cada uma foi para a sua cama. Essa foi uma das experiências mais intensas que eu tive na vida. ” – Débora, 22 anos.

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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Demisexual: quando o sexo só acontece com sentimento.


Desejo sexual é uma questão bastante relativa: muda de pessoa para a pessoa, dependendo da sua orientação sexual e da sua história de vida. Enquanto temos os assexuados em um extremo e do outro, as pessoas não-assexuais, encontramos no meio do caminho aquele que se considera demisexual.
Antes de começar a falar mais sobre isso, a gente precisa de uma definição básica: demisexuais são as pessoas que só sentem atração sexual por quem já tem algum tipo de ligação emocional e/ou intelectual. Ou seja, quem é demisexual não transa com outra pessoa só por transar e não sente vontade de transar do nada. Ela precisa de uma ligação emocional forte, algum tipo de envolvimento com outra pessoa, para essa vontade aparecer.
Tipo, vamos supor que apareça uma foto maravilhosa do Ryan Gosling sem camisa. Uma pessoa não-assexuada, que se identifica como hétero, homo ou bi, sente uma atração física por ele, aquela vontade de dar uns beijos, aquele calor lá embaixo. Já no lado o oposto, o assexual vai olhar para a foto e não sentir absolutamente nada, o interesse sexual dessas pessoas não existe, não faz parte das suas vidas.
O demisexual, por sua vez, vai olhar para a foto do Ryan Gosling sem camisa e também não vai sentir atração física por ele. Por isso, eles ficam mais próximos dos assexuados. A questão, porém, não é que a pessoa demisexual é totalmente desprovida de desejos sexuais, mas como ela não tem uma ligação emocional com o Ryan Gosling, como ela não tem nenhuma proximidade com essa pessoa, essa vontade é inexistente.

O demisexual precisa de envolvimento emocional

Isso tudo significa que a pessoa demisexual não vai sentir vontade de beijar alguém aleatório na balada ou de transar no primeiro encontro. Se ela não tem uma ligação emocional forte com a outra pessoa, se não se vê conectada de alguma maneira, se não tem sentimentos por ela, essa vontade não existe.
É claro que a gente não pode generalizar: dentro do grupo demisexualidade, existem pessoas que curtem masturbação e as que não curtem, tem as que sentem atração física por outras pessoas e as que não sentem. Mas o ponto comum é que todas elas sentem a necessidade de ter uma ligação emocional com o outro para engajar em relações sexuais (e isso vale para beijo também, ok?).
O que torna a pessoa demisexual não é necessariamente os momentos em que ela sente um desejo sexual em relação à outra pessoa, mas a falta desse mesmo desejo em relação à todas as outras. Por isso, essa orientação cai no espectro da assexualidade (se você não lembra, assexual é a pessoa que não sente nenhum tipo de atração física ou sexual – clique aqui para saber mais sobre isso).

A pessoa demisexual tem um problema?

A resposta é não. Existe um problema de aceitação com pessoas que se identificam como demisexual ou assexual, porque as demais não acreditam que seja ‘normal’ alguém não sentir desejo sexual o tempo inteiro.
Porém, é diferente quando esse desejo sexual muda de uma hora para a outra ou se ele nunca esteve lá, para começo de conversa. Uma pessoa que sofre de depressão, por exemplo, pode perceber uma queda na libido – é algo perceptível e que pode até gerar um incômodo.
O demisexual ou assexual, ao contrário, não se incomoda que o seu desejo sexual diminui, porque ele nunca esteve lá – ou quando esteve, era em situações muito pontuais e específicas. Por isso, não é possível dizer que essa orientação é uma doença ou um indicador de que alguma coisa está errada, apenas que a pessoa tem uma relação diferente com o sexo.
Resumo da ópera: se você percebe que só consegue transar com alguém quando tem algum tipo de intimidade mais profunda, com laços emocionais, pode ser que você seja demisexual. Se esse for o caso, leia sobre o assunto, estude e abrace a sua orientação – você não tem nada de ‘exigente’ na hora de escolher alguém para ficar, apenas precisa de um incentivo diferente para ter essas vontades. E tudo bem.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Você tem uma vida inteira para encontrar sua pessoa… fique solteiro por quanto tempo for necessário…

 

Se você encontrar alguém que o  faça  mais feliz do que tudo, que faça  você querer se tornar uma versão melhor de si mesmo, crie uma conexão com essa pessoa e passe a eternidade ao lado dela.

Mas se você ainda não encontrou uma pessoa assim, então fique solteiro pelo tempo que precisar. Não tenha vergonha de dizer isso aos seus tios quando perguntarem sobre a sua vida amorosa. Não se sinta constrangido por ser  o único dos seus amigos que ainda não se casou. Não se iluda acreditando que você ficaria melhor se estivesse em um relacionamento com alguém. É melhor ficar solteiro do que estar com alguém que leva horas para responder suas mensagens, ou alguém que pensa estar fazendo um favor ao lhe dar o mínimo de atenção que você merece e fica bravo contigo por cada pequena coisa que você faz.

Ao invés de ficar com uma pessoa tóxica, ou alguém que é um amor de pessoa, mas você simplesmente não consegue sentir as faíscas da paixão, espere.

Espere um relacionamento onde os sentimentos são mútuos. Onde vocês dois estão loucos um pelo outro. Onde ambos podem imaginar um futuro que dura para sempre.
Você tem uma vida inteira a sua frente, tem tempo para perseguir seus sonhos. Agora é hora de formar novas amizades, hora de ganhar aquela promoção. E mais do que tempo suficiente para encontrar a sua pessoa eterna. Você pode muito bem namorar por aí. Você pode beijar as pessoas erradas. Você está autorizado a se aventurar com diferentes relacionamentos, para ver que tipo de pessoas são certas para você e quais são completamente erradas; experimente!

Você está autorizado a escolher ficar em casa durante o fim de semana ou na cama durante as noites de baladas com os amigos. Você pode encontrar sua eterna pessoa no seu próprio ritmo.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Poliamor: gêmeas casam com o mesmo homem.

As gêmeas Anna e Lucy DeCinque, do Reino Unido, tem mais uma coisa em comum além da aparência: o namorado, o mecânico elétrico Ben Byrne .Agora, os três querem dar um passo adiante na relação, eles pretendem se casar.
“É a minha primeira vez com duas namoradas e, para ser honesto, é muito difícil porque tem que ser 100%. Tudo o que faço para um, tenho que fazer para a outra, é um balanço bom. Meus amigos reconhecem que isso é um problema legal”, disse o namorado
E não existe ciúmes nessa relação, segundo as moças. “Nunca sentimos ciúmes porque sabemos que ele nos ama da mesma forma. Dormimos juntos, mas não é um menage. Algumas pessoas dizem que é nojento, mas funciona para gente”, conta Lucy.
As duas anunciaram que querem se casar com Ben, no entanto, elas terão que lidar a legislação local que proíbe esse amor triplo. “Gostaríamos de casar com Ben, mas como não é legal, um dia, faremos uma cerimônia de comprometimento”, disse Anna.
E, claro, se há planos de se casar, há também planejamento para ter filhos. Para isso, Ben vai ter que se esforçar um pouco, já que elas querem ficar grávidas ao mesmo tempo. “Nosso filhos serão meio-irmãos e primos e nós sabemos que vamos ser criticados por isso, mas o que é uma família normal hoje em dia?”, pergunta Lucy.
Mais um caso de poliamor no Reino Unidos. O britânico Adam Lyons, de 34 anos, trabalha como consultor sentimental. Além disso, ele é adepto do poliamor e vive em Los Angeles, na Califórnia, Estados Unidos, com duas mulheres e seus dois filhos. As informações são do site O Globo.
Lyons vivia com Brooke Shedd, de 26 anos, com quem acabou de ter um filho. Mas, quando conheceu Jane Shalakhova, de 25 anos, a química entre eles ocorreu naturalmente. Então, ela foi convidada para morar com o casal e não se incomodou com o fato de Adam já ter outro relacionamento.
A história começou em 2007, no Texas, quando Adam se casou com Alexandra. No entanto, a relação não estava bem e, para salvá-la, eles decidiram experimentar o poliamor, prática que deu certo até certo ponto. Mas, quando ela sugeriu que eles fizessem sexo com Brooke, uma amiga em comum, o britânico se apaixonou por ela e se separou da esposa.
Brooke já tinha um filho quando começou a namorar Adam. No início do namoro, o casal constatou que os dois gostariam de ter outros parceiros, e logo Jane entrou na relação.
Atualmente, os três e as duas crianças adoram fazer passeios juntos. O trio, que divide uma cama super-kingsize, diz que o formato da família não atrapalha o desenvolvimento das crianças, que aprenderam desde cedo a conviver com essa relação.
Veja mais fotos:

sábado, 14 de outubro de 2017

Prazer e desejo com animais: Zoofilia!


Desde a antiguidade o homem possui sua vida profundamente ligada a animais de outras espécies.  Essa convivência, no entanto, pode causar sofrimento para os animais, privando-os de sua liberdade e em alguns casos comprometendo até mesmo suas vidas. Isso porque, o ser humano considera o animal como de sua propriedade e desta forma se acha no direito de fazer tudo o que quer, até mesmo práticas sexuais. Com relação a sexualidade, a zoofilia possui ampla distribuição pelo mundo, com uma grande quantidade de adeptos. O termo zoofilia, palavra composta de zoo, que significa animal e filia, que significa amor ou amizade, significa a prática sexual de seres humanos e animais de outras espécies, onde exista o contato dos órgãos sexuais, com ou sem penetração. Assim, entende-se a masturbação das genitálias dos animais, sexo oral, anal, vaginal entre homem ou mulher com o animal, macho ou fêmea, como uma prática zoófila (Oliveira, 2013; Abreu, 2005; Singer, 1999).

Esta prática é difundida entre as pessoas a tal ponto que cerca de 34,75% de homens brasileiros que vivem em zonas rurais já tiveram algum tipo de relação sexual com animais em algum momento da vida, uma prática considerada tão comum que é vista com certa normalidade entre essas pessoas (Oliveira, 2013). Outro ponto a ser destacado é o fato da zoofilia não ser praticada exclusivamente por homens, muitas mulheres são adeptas desse comportamento sexual. Em termos gerais, os homens ao praticarem a zoofilia realizam a penetração do pênis em animais fêmeas ou machos de pequeno ou médio porte como galinhas, cachorros, cabras ou ovelhas. Realizada desta forma a zoofilia pode causar sérios danos físicos ao animal, levando-o muitas vezes a morte. No entanto, quando a penetração é realizada em animais de grande porte como éguas, vacas ou porcas, os danos físicos ao animal podem ser mínimos ou totalmente inexistentes devido à diferença de tamanho dos órgãos sexuais (Oliveira, 2013; Singer, 1999).

As mulheres, no entanto, praticam sexo com animais machos de todos os tamanhos como cachorros, touros e até mesmo cavalos estando em uma situação passiva, ou seja, sendo penetradas pelo animal.  Devido a isso, na maioria das vezes a mulher pode pensar um pouco e evitar fazer sexo com um animal que possa causar dano físico a si mesma, coisa que não acontece quando o animal está na posição passiva (Oliveira, 2013). Essa prática sexual é extremamente polêmica, pois uma linha de raciocínio argumenta que quando o ato sexual não causa dano ao animal ele pode ser feito tranquilamente e sem vergonha. No entanto outros consideram uma prática imoral e até mesmo satânica (Oliveira, 2013; Singer, 1999). Singer (2011) comenta que alguns homens usam galinhas como um objeto sexual, inserindo seu pênis na cloaca do animal e ocasionando, na maioria das vezes a sua morte. Porém, muitas vezes o homem decapita a ave antes da ejaculação para que o esfíncter tenha algumas convulsões e proporcione mais prazer para o praticante do ato. Contudo, o autor questiona se morrer desta forma seria mais sofrido do que passar o resto da vida presa em uma gaiola estreita com várias outras galinhas, botando ovos sem descanso para depois serem transportadas em caixas apertadas para um abatedouro (Singer, 1999). Sendo assim, Singer (2011) comenta que quando a prática sexual com animais envolve dor, sofrimento e a morte do animal, ela é imoral, todavia, se não há sofrimento a prática pode ser aceitável e tolerável. No entanto, o abuso do bem estar humano e de outros animais não está associado somente a dor física ou a morte. Os problemas psicológicos causados por práticas sexuais inadequadas podem causar danos muitas vezes, mais significativos aos indivíduos, do que a própria violência (Albefaro, 2011).

Em alguns casos comenta-se que esta prática até proporciona prazer para alguns animais que eventualmente procuram a pessoa para a realização do ato sexual. No entanto, geralmente nesses casos o animal adquire um comportamento sexual com pessoas, quando o mesmo mantém contato apenas com o ser humano, não interagindo com nenhum outro indivíduo de sua espécie, ou seja, ele não tem nenhuma alternativa, nem mesmo a masturbação (Oliveira, 2013; Singer, 1999). Portando, a prática sexual com animais se restringe exclusivamente com indivíduos cativos, ou seja, privados de sua liberdade e sob domínio do ser humano. Um exemplo hediondo de utilização de animais para práticas zoófilas acontece em bordeis da Indonésia e Borneo, onde Orangotangos fêmeas são acorrentadas e obrigadas a satisfazer sexualmente homens da região.  Por tanto, mesmo que o ato não produza dor ou sofrimento para o animal, a privação da liberdade já o impede de decidir se quer ou não se relacionar sexualmente com o ser humano, podendo este ato ser considerado como um estupro, pois se assemelha a condição de uma mulher ou criança que está sendo coagida a praticar sexo, com ou sem penetração, com ou sem sofrimento, e sem seu devido consentimento (Oliveira, 2013; Singer, 1999).

Com isso, considero que a zoofilia além de ser uma forma de estupro, é também um indício de problemas psicológicos que devem ser devidamente tratados por um profissional competente.  Por fim, o que o ser humano faz entre quatro paredes com companheiros da mesma espécie e com a devida permissão de todos os participantes, não vejo como algo imoral ou antiético. Isso porque as pessoas devem buscar meios de se satisfazerem sexualmente e tornarem suas vidas mais felizes e agradáveis. Contudo, os meios de buscar essa satisfação sexual não deve comprometer a liberdade de ninguém, buscando sempre o bem estar de todos os envolvidos.
Existem certas atitudes humanas que parecem ir contra a própria essência pessoal. Assim ocorre no caso da zoofilia, por exemplo, um ato que pode parecer uma simples bobagem, mas não é. A zoofilia mostra a atração sexual de uma pessoa por animais. Mostra o desejo de uma pessoa em experimentar um ser diferente de sua espécie. No entanto, ela é uma vulneração dos direitos dos animais e uma falta de respeito para com eles. Por outro lado, trata-se de um sentimento que vai contra a própria essência do ser humano. O conceito zoofilia veio substituir o termo bestialidade utilizado em outros tempos desde sua origem.

As pessoas que sentem atração física por animais são rotuladas como zoófilas. Trata-se de uma relação que parte de uma condição de desigualdade, uma vez que o ser humano é consciente e responsável por seus atos, entretanto, o animal não tem qualidades humanas como a vontade e a inteligência. Vale destacar que embora seja pouco comum, em certas ocasiões, os animais podem ter relações sexuais com animais de outra espécie.

Vale ressaltar que a zoofilia também é pouco comum para o ser humano. Mas quais são as causas da zoofilia? Uma das principais causas é o sentimento de solidão profunda, o fato de sentir-se isolado por um bom tempo. As pessoas que realizam esse tipo de ato têm um objetivo bem claro: não ser descobertas por seu entorno para não sofrer preconceito social e moral. Trata-se de uma atividade que vive em absoluto sigilo podendo inclusive ser contraditória, onde a pessoa é toda moralista, mas diz uma coisa e faz outra.

É importante enfatizar que a zoofilia é uma forma de parafilia (perversão sexual). A zoofilia é uma prática que pode causar sérios riscos à saúde. Trata-se de uma prática vai contra o convencionalismo social e do senso comum. Portanto, a zoofilia aborda uma profunda reflexão filosófica e psicológica, como também ética em relação aquilo que é certo e ao que é errado.

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Existem certas atitudes humanas que parecem ir contra a própria essência pessoal. Assim ocorre no caso da zoofilia, por exemplo, um ato que pode parecer uma simples bobagem, mas não é. A zoofilia mostra a atração sexual de uma pessoa por animais. Mostra o desejo de uma pessoa em experimentar um ser diferente de sua espécie. No entanto, ela é uma vulneração dos direitos dos animais e uma falta de respeito para com eles. Por outro lado, trata-se de um sentimento que vai contra a própria essência do ser humano. O conceito zoofilia veio substituir o termo bestialidade utilizado em outros tempos desde sua origem.

As pessoas que sentem atração física por animais são rotuladas como zoófilas. Trata-se de uma relação que parte de uma condição de desigualdade, uma vez que o ser humano é consciente e responsável por seus atos, entretanto, o animal não tem qualidades humanas como a vontade e a inteligência. Vale destacar que embora seja pouco comum, em certas ocasiões, os animais podem ter relações sexuais com animais de outra espécie.

Vale ressaltar que a zoofilia também é pouco comum para o ser humano. Mas quais são as causas da zoofilia? Uma das principais causas é o sentimento de solidão profunda, o fato de sentir-se isolado por um bom tempo. As pessoas que realizam esse tipo de ato têm um objetivo bem claro: não ser descobertas por seu entorno para não sofrer preconceito social e moral. Trata-se de uma atividade que vive em absoluto sigilo podendo inclusive ser contraditória, onde a pessoa é toda moralista, mas diz uma coisa e faz outra.

É importante enfatizar que a zoofilia é uma forma de parafilia (perversão sexual). A zoofilia é uma prática que pode causar sérios riscos à saúde. Trata-se de uma prática vai contra o convencionalismo social e do senso comum. Portanto, a zoofilia aborda uma profunda reflexão filosófica e psicológica, como também ética em relação aquilo que é certo e ao que é errado.

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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Como Deixar Um Homem Louco Por Você – 7 Dicas Secretas.


Como deixar um homem louco por mim?” Esse o desejo de cem a cada cem mulheres em todo o mundo, e você faz parte dessa estatística. Nada melhor do que ter o total controle da relação em suas mãos. Pensando nisso resolvi compartilhar com você o que, para nos homens, uma mulher deve fazer para que fiquemos louco, cegos de amor. Talvez você já tenha comportando-se de modo que fez com que ele já esteja louco por você. Porem não notou essa mudança.
Falando sério, a verdade é que não existe segredo para uma mulher encantar um homem. Sou homem e posso afirmar isso com propriedade. Somos presas fáceis para a manipulação de mulher habilidosa. Entretanto, nem todas conseguem fazer o uso correto dessa manipulação a seu favor.

Como deixar um homem louco por mim?

A ansiedade e a possessividade são os principais causadores da falta de desejo de um homem por uma mulher. Então venha comigo que vou listar alguns aspectos que lhe ajudará a mudar essa situação e deixar ele louco por você. Seja no dia-a-dia, no trabalho, na faculdade, na cama e onde mais você desejar.

Transmita confiança constantemente. Busque sempre transmitir a ele a mulher madura que você é. Como fazer isso? Seja determinada. Objetiva. Sincera e dinâmica. Comporte-se de modo que ele admire você pelas suas atitudes e seu comportamento. Facilmente nós homens nos encantamos com uma mulher que saber ser MULHER.
Brincadeiras constantes e com moderação. Nada melhor que ter uma relação estabilizada e alegre. Quem não deseja isso? Transforme momentos engraçados de vocês em pauta para novas gargalhadas. Reinvente momentos que aproximam ainda mais vocês. Como por exemplo, aquele dia em que ele foi bem cavalheiro com você assumindo um peido dado por você.
Combine elementos como ousadia e atração. Conta muito para que uma relação esteja bem a combinação de elementos íntimos. Os momentos de interação entre o casal são fundamentais para que ele sinta-se a vontade com você. Um pouco de ousadia da sua parte é sempre muito bom. Saiba disparar suas palavras, para que ele não veja você como uma mulher fácil, que se entrega sem investimento. Lembre-se daquele ditado “Tudo que vem fácil, vai fácil.”.
Destaque momentos especiais de verdade. Comente que você adora alguma coisa que ele realmente faz de bom na hora do vamos ver. Não abuse de palavras sem impacto, como essas que estão todos os dias na boca do povo. Use a criatividade, crie apelidos, siglas, para as intimidades de vocês. Homem detesta e não valoriza mulher de boca suja. Deixe sempre as saliências para quando estiverem entre quatro paredes.
Compartilhamento de experiências de vida. É sempre muito agradável ao homem saber detalhes importantes de sua vida antes dele para que ele saiba como lhe tratar, evitando machucar você. Não entre em detalhes minuciosos de coisas que lhe aconteceu. Principalmente se o assunto for um Ex. Fale sobre fantasias, sonhos de criança, coisas que você pensa em realizar ainda. O mais importante de tudo passe confiança para que ele retribua compartilhando com você momentos da vida dele.
Rir de vocês mesmos é sempre uma boa pedida. Explore os mais loucos e bizarros momentos entre vocês. Trabalhe sempre visando reinventa-los. Retrate periodicamente as coisas boas que vocês fizeram juntos e que rendeu boas gargalhadas. Uma atrapalhada dele que você riu ou até mesmo uma sua que fez com que ele soltasse altas gargalhadas, mas ao mesmo tempo, lhe protegeu como um bom cavalheiro.
Seja você, seja única e diferente de todas as outras. Esse é o principal tópico de todos. O grande problema é que a maioria das mulheres tem estilo próprio, mas não busca mantê-los depois que conquistam seu amado. Por medo de que o cara opte por outra mulher, buscam sempre estar em mudança, de estilo, beleza, personalidade, comportamento entre vários outros aspectos que tiram todo interesse dele para com você. Depois de tanto mudar, é normal que você perca a habilidade de deixar ele louco por você novamente.
Aproveite e tenha acesso à Calculadora de Interesse Amoroso que ficará disponível por apenas 72 horas.
Mantenha-se confiante do mesmo jeito em que o conheceu e não vacile, tentando copiar uma tendência para agradar e deixar o homem louco por você. Vale salientar que você não deve também se acomodar e parar no tempo. Mude sim, mude dentro da realidade e não bruscamente.
~> Fique atenta e saiba quais são os motivos que fazem um homem trair uma mulher que ele ama
Para deixar um homem louco por você, basta apenas que você seja você mesma. Seja mulher, menina, guerreira, determinada, culta, cheirosa, perseverante, ousada e não mude seu comportamento pensando que ele vai ficar mais louco por você. Isso, no máximo, favorecerá com que ele perca o interesse por você.
Inove sempre nos programas entre vocês. Não deixe a rotina ganhar, cada momento íntimo, cada passeio, deve ser feito de um jeito único e exclusivo. Se for o caso inverta até lado da cama com ele. Esse é o segredo de como deixar um homem louco de amor por você. Simpatias, cartas, tarôs, búzios tudo isso é ilusão. O que realmente cativa um homem a uma mulher e a personalidade dela e a maneira como ela se comporta para com ele.
Se você quer saber como deixar um homem louco por você, é extremamente importante ficar atenta aos sinais que um homem apresenta quando está apaixonado.