Quem sou eu

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Salvador, Bahia, Brazil
Sou Mulato, Solteiro, Discreto, Bisexual(Passivo com Homens), 37 Anos, 1,80m, 80 kg e Aventureiro. Procuro Amizade Íntima com homens e mulheres simples, discretos,putões, não afeminados, 100% ativos, livres de medos e opiniões alheias para amizade e parceira em aventuras sexuais de toda espécie( Lugares Públicos, Sexo Grupal, Praias Desertas, Filmagens e Fotografias Pornôs) & sem nenhum vínculo financeiro, só sexo e amizade. Estou aberto a relacionamento discreto, livre, sem drogas e nem violência. Afeminados serão descartados pois preservo a discrição e o respeito mútuos.Negros são preferência mas todos os ativos,loucos por sexo e bem dotados serão bem Vindos. Aguardo Contato. Quero matar o desejos de todos os taradinhos e safados de plantão...

Pode Crer!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Mete... Que eu gamo!


por H. Thiesen 

Ah!
Como é bom
É delicioso dar o cuzinho
O pau grosso entrando
Atravessando as pregas
Rasgando e afundando
Como é bom dar o cu
Ah!
Sensação gostosa
É a preparação
Primeiro o dedo
Depois a linguinha
E uma cuspida
Esse é o segredo
Ah!
Que delicioso
Empinar a bundinha
Esperar de quatro
Arregaçada e aberta
Pela pica dura
Entrar pelo rabo
Ah!
Dar o cu é bom,
É muito gostoso
A cabeça entrando
Alargando o anel
Depois afundando
De forma cruel
Ah!
É maravilhoso
Dar o cuzinho
Ser preenchida
Com carne bem dura
Firme e gostosa
Entrando e saindo
Ah!
Vem meu gostoso
Vem sem demora
Comer meu cuzinho
Quente e guloso
Abre minha bunda
E mete que eu gamo!

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domingo, 15 de janeiro de 2017

Mãe muda versão e diz que não matou filho gay com facadas, mas admite que queimou corpo.


Um dos casos mais assustadores de homofobia e crueldade dos últimos tempos pode ter uma reviravolta. A mãe que tinha confessado ter matado o filho gay a facadas no interior de São Paulo, segundo a polícia, mudou a versão do crime em novo depoimento prestado na noite desta quinta-feira (12). As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Segundo a publicação,  Tatiana Ferreira Lozano Pereira, 32, que está presa pela morte do filho  Itaberly Lozano Rosa, 17, disse em mais recente depoimento que não foi a autora das facadas que matou o filho. Em depoimento anterior, ela havia admitido que teria sido a autora do crime.
Nesse novo depoimento, de acordo com o jornal, ela responsabilizou outras três pessoas –dois rapazes e uma adolescente– pelo assassinado do filho a golpes de faca em 29 de dezembro, em Cravinhos (a 292 km de São Paulo).
Tatiana disse que os três chegaram à noite em sua casa no dia 29 de dezembro e perguntaram se Itaberly estava lhe “dando muito trabalho” e se precisava de um “corretivo”. Ela disse que sim, segundo o depoimento, dizendo-lhes que não deixassem o filho machucado. O trio, segundo ela, esperou Itaberly chegar em casa e entrou no quarto da vítima vestindo capuzes.
A mãe disse que saiu de casa neste momento, mas que ouviu o pedido de ajuda do filho. “Mãe, vou morrer”, gritou o jovem, segundo o novo depoimento da mulher à polícia. Ela afirmou que, 20 minutos depois, voltou para casa e achou o filho morto.
Nesse ponto a nova versão dela torna-se mais inacreditável. Ainda segundo a Folha de S. Paulo, quando viu o filho morto ela teve a ideia de ocultar o corpo. Então, acordou o marido, padastro de Itaberly, Alex Pereira, de 30 anos, que a ajudou a enrolar o cadáver em um edredom, jogar em um canavial e atear fogo, para sumir com as impressões. O padrasto dele também está preso. Apesar da mudança de versão, Tatiana e Alex seguem presos.
Homofobia
Segundo a investigação da polícia a mãe do jovem e o padrasto dele foram presos suspeitos de terem executado do rapaz pois não aceitavam o fato dele ser gay. “A mãe dele não aceitava e a gente já desconfiava, porque ela não quis prestar queixa. Acho que a mãe tem que cuidar do filho e não fazer o que ela fez. Ele era um rapaz que trabalhava, era educado, era um menino, mas estava na fase de trabalhador”, disse Dario Rosa, tio paterno de Itaberlly, em entrevista ao portal G1.
Preconceito em famíliaO adolescente Itaberly Lozano Rosa, de 17 anos, que foi morto a facadas, relatou em um boletim de ocorrência, que era constantemente chamado de “veado desgraçado” por um tio materno de 33 anos. De acordo com o boletim, que foi registrado em março de 2015, o jovem relatou que sofria diversas ameaças violentas do homem, inclusive de agressões física. No relato, ele contou que o tio o ameaçou atacar com faca por ser homossexual. Ele se dizia privado de sair de casa, por toda vez que encontrava o tio ser ameaçado.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

“Não escolhi ser gay”, diz ator Leonardo Vieira em carta aberta.


O ator Leonardo Vieira esteve nos últimos dias no centro das atenções da mídia depois que foi fotografado beijando um homem em uma festa. Nesta segunda-feira (09) o galã, de 48 anos, resolveu divulgar uma carta aberta à imprensa contra o preconceito, combate à homofobia e a exposição que sofreu na mídia e redes sociais em função das imagens do beijo – feitas no último dia 28 de dezembro – que foram divulgadas.
“Acabamos nos beijando. Um fotógrafo não perdeu a oportunidade e disparou uma rajada de cliques registrando a situação. O que era para ser um momento meu, acabou se tornando público (…) E não escolhi ser gay. Se pudesse escolher, escolheria ser heterossexual, com certeza”, diz ele em um trecho da carta onde diz que o homem da foto era seu amigo.
Em outro momento ele destaca sobre o fato que muitas pessoas disseram que ele estaria ‘saindo do armário’: “Não estou ‘saindo do armário’, porque nunca estive dentro de um. Também nunca fui um enrustido. Meus pais souberam da minha orientação sexual desde quando eu ainda era muito jovem. No início não foi fácil pra eles, pois somos de família católica e com características bem conservadoras, mas com o tempo eles passaram a me respeitar e aceitar a minha orientação. Eles entenderam que o filho deles podia ser uma boa pessoa, honesto, bom caráter, bom filho, bom amigo, mesmo sendo ‘gay’”.
O ator, inclusive, foi à  Delegacia de Repressão a Crimes Virtuais, no Rio de Janeiro para denunciar  os ataques que vem sofrendo nas redes sociais. “Ainda não sei que consequências estão por vir, mas quero transformar o episódio e as consequências que vivencio em algo que tenha algum valor para um número maior de pessoas”,  afirmou ele.
“Nunca me senti criminoso ou culpado por ser homossexual, eu me sentiria assim se tivesse matado alguém, ou roubado alguém ou a nação. O fato de ser gay nunca prejudicou ou feriu alguém, a não ser a mim mesmo. (…) Agora, pessoas do público às quais dediquei meu tempo, atenção e carinho, me atacam nas redes sociais de maneira vil e violenta, porque ‘descobriram’ que eu sou gay. Eu nunca disse que não era, só não saí por aí com uma bandeira hasteada. Eu não traí a confiança de ninguém, sempre fui o que sou. Algo muito simples de ser entendido se em nossa sociedade essa questão ainda não fosse um tabu no ano de 2017″.

Veja o texto na íntegra:
Manifesto contra a homofobia.
“Quero iniciar essa carta primeiramente desejando a todos um feliz 2017! Desejo que o ano novo seja cheio de realizações para todos, mas que seja principalmente um ano de mais tolerância, respeito e amor entre todos os povos, crenças, religiões, cores, classes sociais, ideologias e orientações sexuais.
O ano de 2016 terminou e com ele recebi uma tarefa para enfrentar em 2017, a qual quero dividir com vocês. Encarar essa missão será uma grande mudança em minha vida, talvez a maior e uma efetiva quebra de um paradigma. Ainda não sei que consequências estão por vir, mas quero transformar o episódio e as consequências que vivencio em algo que tenha algum valor para um número maior de pessoas.
No dia 28 de dezembro, comemorei meu aniversário e, para celebrar, fui a uma festa privada de um conhecido. Lá reencontrei um amigo que já não mora mais no Brasil e acabamos nos beijando. Um fotógrafo não perdeu a oportunidade e disparou uma rajada de cliques registrando a situação. O que era para ser um momento meu, acabou se tornando público. No dia seguinte, a foto do beijo entre dois homens estava estampada na capa de um grande site de celebridades e replicada em diversos outros espaços.
Nunca escondi minha sexualidade, quem me conhece sabe disso. Não estou “saindo do armário”, porque nunca estive dentro de um. Também nunca fui um enrustido. Meus pais souberam da minha orientação sexual desde quando eu ainda era muito jovem. No início não foi fácil pra eles, pois somos de famílias católicas e com características bem conservadoras, mas com o tempo eles passaram a me respeitar e aceitar a minha orientação. Eles puderam perceber através da minha conduta que isso era apenas um detalhe da minha personalidade. Eles entenderam que o filho deles podia ser uma boa pessoa, honesto, bom caráter, bom filho, bom amigo, mesmo sendo “gay”. Hoje, a única preocupação da minha mãe é que eu não seja feliz. Eu posso afirmar para ela que sou feliz. Tenho um trabalho que me realiza, amigos que me amam e uma família que me conhece de verdade e que me aceita como eu sou, sem hipocrisias. Meu caso não é nem o primeiro e nem será o último.
Desde cedo já sabia que eu queria ser ator. Já fazia teatro amador na escola, antes mesmo de me descobrir sexualmente. Aos 22 anos, fui alçado para a fama como um foguete. Em quatro capítulos de uma novela fiquei famoso nacionalmente e me tornaram o galã do momento, um “namoradinho do Brasil”. Em pouco tempo estava em todas as capas de revistas e jornais. Passei a receber inúmeras cartas, convites para comerciais de televisão, festas, desfiles, presenças VIPs. A mídia me classificou como símbolo sexual e jornalistas me perguntavam como eu me sentia sendo o novo “símbolo sexual”. Eu era novo e não sabia responder, dizia apenas que estava feliz com a repercussão do meu trabalho. Eu nem me achava tão bonito e sexy assim para ser tido como um símbolo sexual. Sempre me achei um cara normal. Convivi com uma dúvida pessoal que me tirou a paz por um tempo. Como eu poderia ser um símbolo sexual para tantas meninas e mulheres quando a minha sexualidade na “vida real” apontava em outra direção? Como lidar com isso? O que fazer? Declaro minha sexualidade? A pressão era enorme de todos os lados, eu não sabia o que fazer e acabei não me declarando publicamente, mantive uma vida discreta e tratei o assunto em meio a círculos de amizade, trabalho e família como algo natural.
Sempre achei que um ator deve ser como uma tela em branco. Ali colocaremos tintas, cores, formas e sentimentos para dar vida a diferentes personagens. Respeito, mas nunca concordei com atores que expõem sua vida íntima ou levantam bandeiras ideológicas, exatamente porque no meu entender isso poderia macular essa tela em branco e correr o risco de tirar a credibilidade de um trabalho. O público passa a ver o ator antes da personagem e para mim isso nunca foi bom. Um dos motivos de nunca ter feito o meu “outing” foi esse e isso não é uma desculpa. Provavelmente, se eu fosse hétero, manteria a mesma postura discreta em relação a minha vida privada.
Infelizmente, vivemos em um país ainda cheio de preconceitos e a homofobia é um deles. Revelar-se homosexual não é fácil pra ninguém e acredito que seja ainda mais difícil para uma pessoa pública. Sempre achei “assumir” um termo pesado demais. Assume-se um crime, um delito, um erro e uma falta grave. Será que estou errado em ser quem sou? Será que tenho alguma culpa para assumir? Esse termo “assumir” me perseguiu como se eu tivesse cometido algum crime e que eu teria que fazer o “mea culpa” e ser condenado. Nunca me senti criminoso ou culpado por ser homosexual, eu me sentiria assim se tivesse matado alguém, ou roubado alguém ou a nação. O fato de ser gay nunca prejudicou ou feriu alguém, a não ser a mim mesmo; e não escolhi ser gay. Se pudesse escolher, escolheria ser heterosexual com certeza. Seria muito mais fácil a vida, não teria que ter enfrentado as dificuldades que enfrentei com meus pais, não seria discriminado em certos círculos sociais, teria uma família com filhos (sempre sonhei em ser pai), não sofreria preconceito de colegas, não seria atacado nas ruas, não seria xingado nas redes sociais, não deixaria de ser escolhido para certos personagens, seria convidado para mais campanhas publicitárias e capas de revista. Tenho vivido e venho sofrendo preconceito durante toda a minha vida e na maioria das vezes ninguém percebeu, só eu senti na pele, mas nem por isso me vitimizei.
Nunca deixei de fazer nada na minha vida privada por ser ator famoso. Sempre fui a lugares gays, namorei caras incríveis, tenho vários amigos e amigas gays e também frequento lugares héteros, tenho amigos héteros, vou ao supermercado, à feira… Sempre tive uma vida normal como todo ser humano merece ter. Nunca me senti especial por ser ator e sempre fiz questão de transitar livremente, mesmo que muitas vezes tivesse que parar um minuto da minha existência para tirar uma foto ou dar um autógrafo. Agora, pessoas do público as quais dediquei meu tempo, atenção e carinho, me atacam nas redes sociais de maneira vil e violenta, porque “descobriram” que eu sou gay. Eu nunca disse que não era, só não saí por aí com uma bandeira hasteada. Eu não traí a confiança de ninguém, sempre fui o que sou. Algo muito simples de ser entendido se em nossa sociedade essa questão ainda não fosse um tabu no ano de 2017.
Sobre o episódio do “beijo gay”, que a princípio parecia ser um “escândalo do último minuto” ou uma pedra no caminho, eu parei para refletir e vi que era, na verdade, um presente. Uma ótima oportunidade para tirar das minhas costas algo que me fez sofrer por muitos anos. Agradeço sinceramente ao site e ao fotógrafo que publicaram as fotos do beijo, pois assim me vi na obrigação de escrever essa carta e deixar clara a minha posição, tirando, assim, um peso que carrego há anos nas costas, além de poder ajudar a tantas pessoas que sofrem preconceitos, discriminação ou ainda não assumiram sua sexualidade. Estou me sentindo bem mais leve, mas poderia estar me sentindo bem mais pesado, caso eu não tivesse o suporte de minha família e amigos. Embora a publicação tenha me feito um grande favor, pode ter me prejudicado imensamente profissionalmente (só saberemos no futuro) ou poderia ter destruído minha família, se por acaso eles já não soubessem da minha situação. Infelizmente a mesma mídia que se diz contra a intolerância, a discriminação e o preconceito, alimenta esses sentimentos irresponsavelmente, sem medir as consequências. É incrível que obras como o ” Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues, baseada em um beijo entre homens e transformado em sensacionalismo midiático, ainda sejam atuais.
Essa carta aberta aqui não é um pedido de desculpa, pois não acho que deva pedir desculpas por ser gay. Pelo contrário: sempre tive orgulho de ser quem eu sou. Essa carta é um manifesto contra a homofobia. Descobri estupefato que homofobia não leva ninguém à cadeia. Este crime, que pode ser devastador na vida das pessoas, não tem defesa à altura. Algumas cometem suicídio e outras matam por simples preconceito, que, aliado à violência verbal, psicológica ou física, é uma das mazelas de nossa sociedade.
Não gostaria de me colocar no papel de vítima, mas sou e não posso deixar de querer meus direitos como cidadão de bem e exigir justiça para mim e, quiçá, para tantos outros homosexuais em meu país que também sofrem com isso diariamente e por anos em suas vidas. Homofobia precisa ser tratada com seriedade pela justiça e pela sociedade.
O objetivo dessa carta não é só esclarecer, de uma vez por todas e a quem interessar possa, a minha orientação sexual, mas também alertar para o verdadeiro crime psicológico e letal que as pessoas cometem ao perderem tempo de suas vidas para atacar os outros na internet ou nas ruas.
O que ainda me surpreende é a violência, a guerra, a discriminação, a intolerância, a falta de respeito entre pessoas iguais que se atacam pela diferença, seja pelo fato de alguém ser gay, hétero, preto , branco, rico, pobre, evangélico ou muçulmano. Se sou gay, isso não vai mudar em nada a vida de ninguém ou a de quem estiver lendo isso, mas meu caso talvez possa ajudar pessoas que sofrem com a discriminação sexual ou com qualquer outra forma de discriminação e preconceito. Não consigo entender porque as pessoas ainda se preocupam tanto com a sexualidade alheia e fazem disso motivo de discórdia e violência.
Existem mulheres e homens na internet dizendo coisas horríveis a meu respeito. Tenho sofrido ataques homofóbicos pelo fato de ter sido fotografado beijando um homem. Se eu fosse hétero jamais me envolveria com uma mulher preconceituosa e deselegante, porque também não me envolveria com um homem preconceituoso e deselegante. Ser um ser humano com bom caráter, honesto, amigo, leal, educado, gentil, generoso e outras qualidades é muito mais importante do que quem você beija ou se relaciona sexualmente, independentemente se você é homem ou mulher.
Por isso estou indo esta tarde à comissão dos direitos humanos entender quais são os meus direitos como cidadão e quem sabe assim servir de exemplo para que meu caso não seja mais um e isso possa mudar algo em nossa legislação.
Para terminar esse manifesto gostaria de homenagear e agradecer algumas pessoas que, antes de mim, tiveram a coragem de dar sua cara à tapa e declararam suas orientações sexuais sem medo de enfrentar as consequências: Kevin Spacey, Rick Martin, Ian McKellen, Alessandra Maestrine, Marco Nanini, Ney Matogrosso, Daniela Mercury e tantos outros. Deixo aqui meu muito obrigado e todo meu respeito a todos que lutam por esta causa: a da liberdade para que todos possam ser quem são.
Bom, a vida continua e quem quiser conferir meu trabalho, estou em cartaz no teatro Folha em São Paulo, a partir do dia 11 de janeiro, sempre as quartas e quintas, às 21 horas, na comédia Nove em Ponto, de Rui Vilhena.”
Leonardo Vieira
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Homem transexual Hayden Cross engravida na Inglaterra e diz: “Eu serei o melhor pai”.


Um homem transexual está movimentando os noticiários da Inglaterra. Hayden Cross, de 20 anos, anunciou recentemente que está grávido  e se tornará o primeiro homem trans da Grã-Bretanha a se tornar pai gerando o próprio filho na barriga. Em entrevista ao jornal Metro, Hayden falou que engravidou através de um doador de esperma que conheceu pela internet.
Hayden afirmou ainda que parou de tomar os hormônios masculinos que compõem seu processo de redesignação sexual há três anos por conta do bebê. “É uma coisa muito feminina carregar um bebê na barriga e vai contra tudo o que eu sinto em meu corpo. Queria a criança agora para que eu possa fazer a transição antes de envelhecer (…) Trans é uma coisa comum agora para nossa geração. Ele tem o direito de saber”, disse, referindo-se ao fato que contará ao bebê quando crescer sobre seu processo de transição. Quando nasceu, Hayden foi identificado com pertencente ao gênero oposto ao masculino, mas ele identifica com o masculino e por esse motivo é um homem transexual.
Após o fim da gestação, Hayden fará as cirurgias de mastectomia (retirada das mamas) e também vai retirar os ovários. Em entrevista ao portal The Sun, Hayden disse: “Eu serei o melhor pai.”
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sábado, 7 de janeiro de 2017

Como por Encanto!

Como por encanto!

por H. Thiesen 

Entrego-me
À vontade
Ao desejo
E ao tesão

Como encanto teus lábios
Cobre-me a boca
E, te sinto afinal dentro de mim
Envolvendo-te por sublime magia

Tua vara mágica me invade
Meu feitiço a acolhe
Unidos por magia irresistível
Enfeitiçamos um ao outro

Fada libertina sou
Realizo teus desejos
Feiticeiro tu me és
Alçando-me às loucuras!


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