Quem sou eu

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Salvador, Bahia, Brazil
Sou Mulato, Solteiro, Discreto, Bisexual(Passivo com Homens), 37 Anos, 1,80m, 80 kg e Aventureiro. Procuro Amizade Íntima com homens e mulheres simples, discretos,putões, não afeminados, 100% ativos, livres de medos e opiniões alheias para amizade e parceira em aventuras sexuais de toda espécie( Lugares Públicos, Sexo Grupal, Praias Desertas, Filmagens e Fotografias Pornôs) & sem nenhum vínculo financeiro, só sexo e amizade. Estou aberto a relacionamento discreto, livre, sem drogas e nem violência. Afeminados serão descartados pois preservo a discrição e o respeito mútuos.Negros são preferência mas todos os ativos,loucos por sexo e bem dotados serão bem Vindos. Aguardo Contato. Quero matar o desejos de todos os taradinhos e safados de plantão...

Pode Crer!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Fazer sexo sob a brisa da maconha é melhor do que quando se está bêbado.


Com certeza você já deve ter visto algum filme ou clipe que os protagonistas aparecem super brisados fazendo sexo e sempre depois do ato, eles relatam que foi a melhor experiência de suas vidas.

E para provar que a lenda é verdadeira, um grupo de cientistas especializados de uma Universidade de Nova York realizaram uma enquete com à seguinte pergunta: Qual o melhor aliado na hora do sexo, álcool ou maconha?

Ao todo foram entrevistados 24 pessoas que haviam transado sob efeitos das duas substâncias citadas antes. Vale lembrar que levaram em conta qualquer ato que envolvesse contato genital de dois indivíduos, onde ambos conseguissem chegar ao orgasmo.

De acordo com mais da metade dos entrevistados, a sensação de transar estando bêbado é diferente e deixa as coisas muito menos sensíveis, fazendo com que a pessoa perca até o famoso interesse.

Paralelo a isso, a maconha faz com que tudo mude e as percepções das sensações do toque aumentem sendo capaz de deixar o sexo ainda mais prazeroso (segundo eles).

Vale lembrar que muitas das vezes a bebida é usada como desculpa de arrependimento (quando o cara pega aquela menina judiada ou vice-versa), diferente do beck, que geralmente é fumado entre amigos/pessoas bem próximas.





domingo, 21 de agosto de 2016

Conheça o bar carioca exclusivo para homens onde o sexo é liberado.

Descobrimos um bar só para homens no Centro do Rio de Janeiro que é um fervo! Nos dias mais bombados, mais de 120 homens agitam os corredores do local atrás de curtição. Curiosos que somos, fomos até lá para conferir tudo o que rola no Seven Cruising Bar.
Logo de cara, a discrição da entrada nos chamou atenção: uma porta quase sigilosa, localizada na lateral do Campo de Santana, no Centro do Rio. Já na recepção, descobrimos que o bar ferve todos os dias da semana, das 10h00 às 22h00. Na entrada, o conjunto de armários confirmou a nossa suspeita: você pode entrar vestido, de cueca, ou sem roupa alguma, bastando guardar seus pertences por ali!
Lá dentro, o bar é super intimista, com jogos de luzes, fumaça e música criando um clima sensual. “O Seven foi projetado para favorecer o contato físico entre os homens, para fazê-los se esbarrarem” conta o gerente Pedro. Uma televisão com filmes pornográficos prende a atenção dos frequentadores, que podem sentar em um dos sofás espalhados pela área central, apelidada de “Sala do Fetiche”. É bem nessa sala que rolam os shows de sexo ao vivo da programação, com a turma interagindo com os atores durante a performance e tudo. Pega fogo!
Ao lado, um corredor escuro com cabines com filmes eróticos estão a disposição de quem procura se aventurar pelo Seven em algo mais intimo. Em algumas delas, glory holes conectam os mais ousados com a cabine ao lado. Quanto a prevenção, o bar do local disponibiliza gratuitamente preservativos e gel lubrificante para a turma se jogar sem preocupação.
Nós adoramos e recomendamos! Durante as Olimpíadas, nos finais de semana acontece o Viradão 24 Horas, com fervo rolando de sexta até domingo sem parar. Além disso, festas temáticas vão agitar o Seven Cruising Bar este mês. Confira abaixo!
Curta a página do Seven Cruising Bar para saber as novidades!
Confira o vídeo de apresentação do local…


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Ginasta Danell Leyva dos EUA tem supostas nudes vazadas na internet.

Ginasta Danell Leyva dos EUA tem supostas nudes vazadas na internet
Fora dos ginásios, os ginastas olímpicos também estão dando o que falar e levando os internautas à loucura! É caso do ginasta americano Danell Leyva! O atleta teve supostas nudes divulgadas essa semana na web! Nas imagens, Leyva aparece deitado na cama, exibindo o pênis ereto! Quer conferir?! Então, se você tem mais 18 anos, clique aqui!










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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

O amor acaba e nem sempre é culpa de alguém.


Ele não sabe por onde começar ou como explicar algo assim. Na verdade, não tem ideia de quando aconteceu, mas o fato é: ele deixou de amar você. Ele pensou, refletiu e estudou alternativas. Ele tentou mudar, tentou reacender a chama, tentou reanimar seu coração, mas ele não voltou a bater por você. Nem o desfibrilador obteve sucesso. O amor por você faleceu e não foi um infarto fulminante. Foi uma infecção lenta e dolorosa que foi minando tudo que fazia seus olhos brilharem e suas pernas tremerem.
Ele sentiu os primeiros sintomas há muito tempo, mas não entendeu o que eles queriam dizer. Respirar aliviado quando você viajava lhe dava uma sensação de liberdade que pareciam naturais depois de tanto tempo de relacionamento. Decidir dormir no sofá para não disputar o lençol com você durante toda a noite parecia plausível depois de um dia exaustivo de trabalho. Fingir estar dormindo para fugir das suas investidas acontece, né? Não é todo dia que a gente quer sexo. E assim ele foi mascarando os sintomas todos. Ele já não sentia a mesma coisa, só não percebeu. Você já não significava para ele o que significou naquele verão em Bertioga.
As risadas já não aconteciam com frequência, as conversas eram sempre monossilábicas e os beijos não passavam de selinhos que mais pareciam protocolo. Os jantares eram regados a trabalho e resoluções práticas. As manhãs eram de preguiça e distância. Os finais de semana eram com ele no futebol e você no salão. Onde foram parar as tardes na praia e a maratona de série juntos? Cadê aquelamassagem relaxante que você fazia nele e o banho que sempre acabava em sacanagem?
A troca de olhares se perdeu de tal maneira que vocês já não são mais capazes de se encarar sem que o silêncio seja constrangedor. Você se lembra as madrugadas inteiras que vocês passavam trocando mensagens e fotos? Vocês sempre tinham assunto. Faz muito tempo, não é mesmo? Ele também viu isso se perder.

Ele está destruído por ter deixado de sentir por você o que sempre sonhou. Na verdade, ele está anestesiado, deixou de sentir qualquer coisa. Está em pedaços porque deixou escapar o amor entre os dedos e não sabe como dizer isso olhando nos seus olhos. Os mesmos olhos que o fascinaram durante aquele pôr do sol. Não é fraqueza ou covardia, é que ainda lhe resta um bocado de carinho por você e devastar sua vida é doloroso demais para quem te amou tanto.
Pode parecer irônico, mas ele não quer causar dor alguma. Só não pode mais fingir ou mascarar algo que não habita mais seu viver. Não existe outra mulher ou uma estagiária no trabalho. Não tem ninguém no Tinder ou direct no Instagram. Não existe ninguém, nem mesmo você. Ele se encontra vazio. Desabitado. Oco.
Eu sei, no fundo essas lágrimas todas são de alívio. Você também não o ama mais e admitir isso dói, lacera e faz sangrar. Deixar de amar é tão torturante quanto não ser amado. Saber que a
paixão também não perdura dentro daquele peito, atenua a culpa que você vinha carregando para ocupar o lugar vago que o amor deixou. Não se condene dessa maneira, o amor é assim mesmo.

Ele nasce, vive pleno e fascinante e de repente morre. É como a vida, um dia tudo desmorona e você deixa de existir e isso não é ruim. Significa apenas que a missão foi cumprida e chegou ao fim. Ninguém sai derrotado. Nem você, nem ele e nem o amor. Agora é preciso recolher a bagagem e todo o aprendizado adquirido e seguir em frente. Eu sei o que você está pensando. É claro que existem exceções e amores que duram uma vida inteira, mas não foi o caso de vocês. Não desta vez, mas novas oportunidades virão. Move On.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

“Aqui não tem espaço pra cidadão LGBT”, diz governo da Indonésia.



Em meio a uma Uma série de ataques à população LGBT do país, o porta-voz da presidência da Indonésia, Johan Budi, mandou dizer que o país “não tem espaço para cidadãos LGBT”. Ele afirmou: “Os direitos dos cidadãos de ter uma identidade e ir à escola estão protegidos, mas aqui na Indonésia não temos qualquer proteção ao movimento LGBT.”
Os comentários aconteceram em resposta a denúncias dos Direitos Humanos, de que a polícia indonésia não fazia nada para defender a população LGBT dos ataques homofóbicos que sofre constantemente.
Em Fevereiro inclusive, o governo ordenou ao Facebook e o Whatsapp que retirasse todos os emojis temáticos LGBT de seus aplicativos no país. Ainda no começo do mês, a corte da Indonésia discutiu uma proposta de tornar o sexo gay crime passível de prisão de até 15 anos.
A Indonésia é um dos mais de 70 países que ainda tratam cidadãos LGBT como criminosos. Conheça mais no vídeo abaixo:

sábado, 13 de agosto de 2016

Ela quer sexo, ele quer casar…

 



23h12. Ele está tomando Aperol Spritz. De bicadinha em bicadinha. E fazendo cara feia ao engolir; a mesma que faz quando o comprimido é comprido e nas vezes em que cutuca, com uma tesourinha sem ponta, a unha do dedão que sempre encrava por causa do sapato social apertado. Ela está bebendo uísque, do mais barato e jovem. Mamando aos goles de pelicano. Parece que está ingerindo groselha com leite condensado, pois sorri como criança depois que o elevador de malte desce goela abaixo, de uma vez, feito descarga de banheiro de avião.
Conheceram-se no Tinder. Deu match, apesar das diferenças que logo vão fazer com que concluam: “não combinamos”.
Ele fala do novo empreendimento que está sondando, do sócio português que fuma cachimbo e tem cheiro de ovos moles, da oportunidade de ouro em meio à crise de merda, de targetbusiness plan e outros caralhos corporativos para os quais ela não dá a mínima importância. Ela fala da vontade que tem de flutuar num balão na Capadócia, fazer a rota do vinho na Califórnia, beber vodca até quase cirrose em Moscou, sentir ânsia depois de conseguir engolir o gafanhoto com gosto de camarão na Tailândia, trepar gostoso naquelas piscinas com fundo infinito.
Ele já consegue imaginá-la de branco e braços dados com um senhor meio torto e sem cabelos na parte de cima. Consegue imaginá-la chorando desde a porta da igreja até o altar. Ele quer tudo como nos filmes. Ele quer tudo como foi ensinado a querer, como parece que precisa ser para fazer algum sentido. Ela só pensa em sair logo dali, em colocar a dose dupla recém-pedida num copão de plástico e, ao garçom, dizer: “Você é o cara!”. Ela não para de se imaginar sentando na cara dele para fazê-lo se calar, por alguns segundos ao menos. Ela está se lembrando de um vídeo que viu: uma língua bem babada entre os lábios de baixo, abrindo-os com delicadeza, e uma moça com dois dedos grossos enfiados na boca. Ela quer voltar para casa arranhada,fodida e sem compromisso.
Ele, por outro lado, quer retornar cheio de esperanças, louco para mandar uma mensagem ao amigo para dizer que, talvez, tenha encontrado o que vem procurando desde que nasceu. “Cara, acho que encontrei o meu amor da vida”. Ele quer uma dona, quer dizer onde pisou e aonde pensa em ir amanhã cedo. Ela quer liberdade,green card em qualquer canto, ter que trocar de passaporte antes do vencimento por falta de espaço para carimbo e direito de se perder por semanas, anos, vidas… Ele quer que role igual rolou com o Robertinho: começando com gente procurando vagas perto de igreja e terminando com velhas bêbadas enfiando bem-casados na bolsa e machistas se soltando ao som de I Will Survive; tentando provar que são tão machos que, até, imitam gays. Machões que dizem “eu tenho amigo gay, mas meu filho é diferente, é comedor, não curte piroca”. Ela só quer que role uma boa foda, dessas que dão vontade de tomar a garrafa toda de água. E voltar a fumar. E voltar à academia só para o coração não fazer tanto tum-tum depois que o corpo é inundado pela onda de prazer.
Ele gosta de colunas sociais e se orgulha de dizer que é de uma família tradicional da Campinas. Ela gosta da coluna de cinema do jornal e se orgulha de dizer que está se desfazendo do que não usa para ajudar aqueles que não têm nem o que usar para ir até a esquina. Ele quer juntar bens. Ela quer colecionar experiências. Ele quer coisas de valor. Ela quer ficar só com os valores e mandar à casa do caralho todo o resto, que só a deixa pesada. Ele quer um relacionamento sério. Ela quer ser bem chupada.Quer mais: quer um cara que não imite o Frota na cama, que não mude de posiçãoquando ela está curtindo e que não fique se admirando no espelho enquanto mete feito britadeira, desprezando o que ela está demonstrando. Ele quer que ela o queira para sempre. Ela quer que ele a queira em chamas, e esteja disposto a toda delicadeza e agressividade para isso.
Ele quer filhos. Ela quer cachorros – e olhe lá, porque tem dó de deixá-los em hotéis ou levá-los dentro de gaiolas em aviões. Ele quer comprar casa com direito à sauna e churrasqueira. Ela quer quicar de hostel em hostel, até sentir que tem mil culturas impregnadas na alma. Ele quer ficar mais, falar mais, encantar mais. Ela quer sair logo do bar. Não aguenta mais. E pior: depois de um longo beijo e de enfiar um sussurro no ouvido dele, não ganhou nem um pau duro fazendo lombada na calça jeans.
Ele quer fazer amor – amor meloso de cinema americano. Ela quer exterminar os desejos da carne, e só. Ele quer planejar o futuro. Ela só quer saber do agora, e de transformá-lo em gemidos memoráveis.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Quem é verdadeiramente feliz não precisa de plateia.


Ninguém precisa saber o quanto somos felizes, além daqueles a quem devemos ser gratos por nos oferecer um amor verdadeiro, que sempre nos curará e nos provocará sorrisos espontâneos, aqueles que sempre estarão de mãos dadas conosco, faça chuva ou faça sol.
Em tempos de felicidade estampada nas vitrines e de selfies espalhadas pelas redes sociais, a impressão que temos é de uma sociedade feliz e alegre, positiva, apaixonada e apaixonante. Somos todos bem resolvidos, bem amados. As amizades são verdadeiras, os filhos são perfeitos, a comida é maravilhosa, vinte e quatro horas por dia – pelo menos nos perfis virtuais.
Logicamente, as redes sociais não devem servir a lamentações e queixas, nem a indiretas desagradáveis, pois lá estamos para nos divertir e higienizar nossa mente, fugindo um pouco à estafa de nosso cotidiano apressado e atribulado. Muitos confundem a rede virtual com um diário íntimo, postando aquilo que deveria ser resolvido junto a um terapeuta, aquilo que não interessa a ninguém.
Por outro lado, há quem exagera na felicidade estampada nas fotos e nos posts, expondo-se em demasia, como se a própria vida fosse um filme do interesse de todos. Embora cada um use seus perfis da forma que bem entender, há que se tomar cuidado para que não se exagere no compartilhamento de tudo o que acontece, de todo passo dado, inclusive se resguardando de gente que fuça os perfis à procura de casas sem ninguém para assaltarem ou de alvos de sequestros.
Como tudo na vida, há que se ter cautela e equilíbrio na forma como lidamos com o mundo à nossa volta, na maneira como nos relacionamos com as pessoas que convivem conosco. Não conhecemos ninguém tão a fundo, que possamos nos abrir totalmente, inclusive nos expondo em nossas fraquezas, uma vez que muitos não perderão a oportunidade de usar isso contra nós, quando lhes for interessante.
Da mesma forma, bradar aos quatro ventos uma vida cor de rosa, maravilhosa e perfeita, como se tudo desse certo na sua vida, muito provavelmente atrairá a inveja alheia. Embora o mal não nos atinja quando temos o bem em nossos corações, existem pessoas que usam de meios que jamais imaginaríamos para nos prejudicar, portanto, quanto menos souberem de nossas vidas, melhor será.
A melhor maneira de ser feliz, no final das contas, é compartilhando o que sentimos com as pessoas que nos amam com sinceridade, com aqueles que sempre estarão de mãos dadas conosco, faça chuva ou faça sol. Porque ninguém precisa saber o quanto somos felizes, além daqueles a quem devemos ser gratos por nos oferecer um amor verdadeiro, que sempre nos curará e nos provocará sorrisos espontâneos. Porque a felicidade não se alimenta de plateia, mas de amor que vai e volta cada vez mais forte, cada vez mais amor.
Marcel Camargo
“Escrever é como compartilhar olhares, tão vital quanto respirar”.