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Sou Mulato, Solteiro, Discreto, Bisexual, 38 Anos, 1,80m, 80 kg e Aventureiro. Procuro Amizade Íntima com homens e mulheres simples, discretos,putões, não afeminados, 100% ativos, livres de medos e opiniões alheias para amizade e parceira em aventuras sexuais de toda espécie( Lugares Públicos, Sexo Grupal, Praias Desertas, Filmagens e Fotografias Pornôs) & sem nenhum vínculo financeiro, só sexo e amizade. Estou aberto a relacionamento discreto, livre, sem drogas e nem violência. Afeminados serão descartados pois preservo a discrição e o respeito mútuos.Negros são preferência mas todos os ativos,loucos por sexo e bem dotados serão bem Vindos. Aguardo Contato. Quero matar o desejos de todos os taradinhos e safados de plantão...

Pode Crer!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Kama Sutra Anal: 22 posições quentes para fazer antes de morrer. Parte I.

Quem disse que só existe um jeito de fazer anal. Vem ver quantas variações ele pode ter. 

1-Deite-se de barriga para baixo e use um travesseiro para deixar o seu bumbum mais empinado. Coloque o vibrador entre o travesseiro e seu clitóris e aproveite a sensação enquanto o gato te penetra. 

2- Comece assumindo a posição tipica de cowgirl reversa e deixe seu bumbum um pouco empinado para que ele possa brincar com o seu ânus, usando os dedos ou um vibrador curvado, devidamente lubrificados. Uma outra possibilidade é também estimular o seu clitóris enquanto a ação rola na parte de trás.


3-Sabe aquela posição de conchinha que você gosta de dormir com o gato? Então, quem diria, ela pode servir para seu prazer durante o sexo anal. Fique do mesmo jeitinho e peça para ele te penetrar e acariciar seus seios. 

4-Se você quer uma rapidinha, a melhor coisa é empinar o bumbum com apenas as mãos apoiadas na cama e deixar que o seu parceiro se encaixe atrás de você. Deixe as pernas abertas para garantir que a falta de equilíbrio não atrapalhe a ação. Deixar suas costas curvadas e posicionar o seu olhar diretamente no dele vai tornar tudo mais interessante. 

 
 5-Penetração simultânea não é uma coisa que todas as mulheres curtem, mas se você tem vontade de tentar, esta é uma ótima forma de tomar uma iniciativa. Enquanto o boy esta deitado de barriga para cima, comece a penetração ao sentar no pênis dele. Use um vibrador para penetrar na vagina e experimente esta nova sensação.


6-No sofá também dá para variar; O gato fica sentado e você vai por cima. Coloque os joelhos afastados das pernas dele para que haja uma abertura para facilitar a penetração. Nesta posição, você comanda a movimentação.

 7-Se você tem vontade de experimentar alguns tapinhas na relação, a posição estilo cachorrinho é perfeita para isso. Instigue o boy com palavras picantes e expressões que mostram que a ação está realmente boa. Depois, peça para que ele comece com alguns tapas leves e deixe que ele aumente a intensidade com o passar do tempo. É importante ter uma palavra secreta para você dizer caso as coisas estejam fortes demais. A única regra? Não se esqueça de fazer muito barulho!


8- Fique de costas para o gato e sente-se no pênis dele devagar. Aqui, vai rolar penetração vaginal. Mas e o sexo nala? Ele vai segurar um plug anal e brincar enquanto fazem os movimentos de vaivém. 


9- Peça para o gato sentar em uma cadeira e faça uma sessão de strip tease. Termine a dança sexy com o seu bumbum encaixado entre as pernas dele. Deixe com que ele se divirta com beijos, apertos e, se curtir, pode incorporar alguns tapinhas de leve. Aguentem o tesão até os dois estarem fervendo! 

 

 10-Para quem ainda é inciante no sexo anal, a posição de conchinha é, provavelmente, o jeito mais simples de começar. Deite de lado e deixe com que o boy brinque com o seu bumbum da forma que mais der prazer para os dois. Peça para que ele comece introduzindo apenas um dedo antes de partir para a penetração peniana, que deve ser feita aos poucos.

 

domingo, 13 de agosto de 2017

Pequenos sintomas podem sinalizar uma DST.


Corrimento frequente e verrugas na região genital pedem visita ao ginecologista.


Os números são alarmantes. Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde sugere que mais de 10,3 milhões de brasileiros já tiveram algum sinal ou sintoma de uma doença sexualmente transmissível (DST). Desse total, cerca de 18% dos homens e 11,4% das mulheres não buscaram atendimento médico. "É importante ressaltar que os problemas causados pelas DSTs podem aumentar em até 18 vezes as chances de contrair o vírus da Aids (HIV)", diz a ginecologista Rosa Maria Leme. "Existem diversas doenças, como a herpes, por exemplo, que apresentam sintomas que logo desaparecem, mas o vírus continua presente. Por isso é importante ficar sempre atento."

As doenças sexualmente transmissíveis são causadas por vários tipos de agentes. São transmitidas, principalmente, por contato sexual, por meio do sexo sem proteção - sem o uso de camisinha - com uma pessoa que esteja infectada. Geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As mulheres, em especial, devem ser bastante cuidadosas, uma vez que, em diversos casos de DST, não é fácil distinguir os sintomas das doenças das reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher consultas periódicas ao médico. Algumas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como a incapacidade de engravidar e até mesmo a morte. Entre as doenças classificas como DSTs estão a Aids, gonorreia, clamídia, HPV, sífilis, entre outras.

Mas será que todos os sinais do corpo podem sinalizar uma DST? Para você entender mais sobre o assunto, o MinhaVida destacou abaixo as principais características que acendem o sinal vermelho e pedem uma consulta de emergência com o seu ginecologista .


Secreção vaginal ou corrimento

Saúde sexual
Corrimento

A especialista explica que pequenas secreções claras e sem cheiro, até uma semana antes da menstruação, são normais. O problema é quando o sintoma persiste. "Qualquer secreção vaginal mais amarelada, verde, pink ou até mesmo a branca, quando em grande quantidade, pode sinalizar algum problema de infecção ou até alguma DST, como a gonorreia. A mulher precisa ficar atenta, principalmente quando ela nunca apresentou nenhum sinal de corrimento", explica a especialista.

Verrugas genitais


Elas funcionam como um alerta do corpo e precisam de exames específicos para serem analisadas. "O aparecimento de pequenas verrugas (externas ou internas) serve como um sinal vermelho para algumas doenças, como o HPV, que na mulher aumenta muito as chances de câncer de colo de útero", explica a ginecologista.

Cheiro forte


Ao perceber um cheiro forte não característico, na região da vagina, busque um especialista. "O odor ruim pode estar totalmente ligado a uma bactéria e a uma infecção. O quadro pode gerar pus, que altera o odor normal da região e, em alguns casos, pode causar ardência e irritação", diz Rosa Maria Leme.

Coceira


Normalmente a coceira não está relacionada a nenhuma DST, mas precisa de atenção especial. "Em geral, esse problema está ligado à infecção por um fungo chamado cândida e causador da Candidíase que além da coceira, vem acompanhado de corrimento. Mas vale lembrar que a coceira também pode estar relacionada a outras infecções genitais menos frequentes ou até mesmo ao chato (uma espécie de piolho, que se instala na região pubiana)".
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Dor durante a relação sexual


Dores durante o sexo também podem sinalizar que algo não anda bem. "Principalmente nas mulheres que apresentam feridas internas na maioria dos casos de DST, a dor durante a penetração pode ser preocupante. Sinais como forte ardência e incômodo indicam que algo não vai bem e uma visita ao médico precisa ser agendada ", explica a especialista.

Grupo de risco

Saúde sexual
Preservativo -DST

As mulheres que estão no grupo de risco das DSTs precisam de cuidados ainda maiores. "Mulheres com muitos parceiros sexuais ou que não usam métodos contraceptivos de barreira, como a camisinha, precisam de uma consulta urgente com um especialista, pois além de estarem colocando a saúde em risco, estão ameaçando a de seus parceiros", alerta Rosa Maria Leme.

Visite o ginecologista


Para afastar o risco de doenças, a consulta com o especialista e a realização de exames preventivos é essencial. "Toda mulher que já tiver tido relação sexual, deve obrigatoriamente passar por uma consulta ginecológica anual para realização de exames de rotina ginecológica e para prevenção de câncer de colo uterino, como exames hormonais e ultrassom para checar útero e ovários".

Adolescentes no grupo de risco


Um outro estudo realizado pelo National Health and Nutrition Examination Survey sugere que uma em cada quatro adolescentes americanas sofrem de alguma doença sexualmente transmissível. O problema mais comum entre as jovens era o vírus do HPV ( 18,3% das adolescentes) e a clamídia (3,9% das meninas). O estudo contou com a participação de 838 adolescentes americanas, com idade entre 14 e 19 anos. As meninas eram entrevistadas e examinadas para detectar doenças como: gonorreia, clamídia, tricomoníase, herpes e HPV.

Outro dado que também chamou a atenção dos pesquisadores foi o tempo em que as participantes levaram para serem infectadas. Um ano depois de iniciar a vida sexual, 19,2% já possuíam alguma DST. Os cientistas alertam que as doenças podem levar à complicações a longo prazo, tais como a doença inflamatória pélvica, a infertilidade e o câncer cervical ou até mesmo aumentar o risco de infecção pelo HIV. Depois de analisar os resultados da pesquisa, os cientistas reforçam a importância da orientação sexual dentro das salas de aula. Tudo para informar as jovens e aumentar o nível de proteção contra as doenças sexualmente transmissíveis.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Zonas femininas muito erógenas: lugares que se tocados levam ao orgasmo.

1.  A parte debaixo do seu bumbum
O lugar em que o seu bumbum vira a sua coxa serve mais do que para apenas para aparecer em short jeans de cintura alta. Estimular esta área pode ser uma ótima forma de começar as preliminares. Em vez de o gato ir direto para a sua vagina para o sexo oral, ele pode usar as mãos para massagear o seu bumbum e passar o dedo de levinho na parte debaixo dele. E mais: se ele quiser, também pode fazer um upgrade com beijos. Ui!

2. Debaixo dos seus seios
Os mamilos são super sensuais e sensíveis ao toque, mas a parte debaixo dos seios pode passar despercebida às vezes. Peça para o gato usar as mãos para estimular a área e fazer movimentos leves com a boca, porque este é um lugar do seu corpo com muita sensibilidade e alta circulação sanguínea.

3. Atrás dos seus joelhos
Por mais diferente que pareça, a parte de trás dos seus joelhos pode te deixar bem arrepiada. Brinquem com as sensações e texturas com um toque mais leve até um cubo de gelo. O segredo para estimular esta área é ir o mais devagar possível para dar ainda mais arrepios.

4. A parte interior dos seus cotovelos
Beijos leves e carinho podem ter grandes efeitos nesta área. É importante saber qual é a sua intensidade predileta para não causar dor ou cócegas.

Gif sensual
(Reprodução/Giphy)

5. Seus lábios vaginais
Sim, eles podem ser uma área difícil de não ver, mas eles são ignorados, já que muitas pessoas tendem a ir direto para o clitóris. Estimular este lugar tão óbvio pode ser aquilo que estava faltando para o seu orgasmo ser ainda mais profundo. Peça para o gato prestar atenção em todas as partes da sua vagina e, se ele quiser, na hora da penetração com os dedos, ele também pode usá-los para te deixar com mais tesão.

  6.  Seu ânus
A região é ótima para aquecer as preliminares e outros tipos de sensações que podem ser desfrutadas nesta parte do corpo. Usem o dedo, a boca e muito lubrificante para descobrir novos jeitos de terem muito prazer.

7. A parte de trás da nuca
Este é um ponto muito sensível e o melhor: você não precisa estar nua para ele ser estimulado. Deite-se de bruços e peça para o gato dar beijos que vão desde o começo da sua nuca até os seus pés. Além de estimular a área, você também ganha o bônus de ser beijada nos dois primeiros pontos.


Pode até não parecer de primeira, mas estas áreas vão te garantir muito prazer.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Ao fim de 30 horas de trabalho de parto, homem transgénero deu à luz um menino.

Trystan Reese tinha 20 anos quando iniciou a terapia hormonal para mudar de sexo. Já era um homem, com dois filhos adoptivos, quando decidiu engravidar: aos 34 anos, parou de tomar testosterona e foi pai de um bebé de quatro quilos.


Trystan Reese e o seu parceiro Biff Chaplow já eram pais experientes quando, no ano passado, decidiram que estava na hora de adicionar mais um membro à família.
Há uns anos, adoptaram os sobrinhos de Chaplow quando a sua irmã deixou de conseguir tomar conta deles. As duas crianças foram criadas como suas em Los Angeles, onde trabalhavam em organizações sem fins lucrativos, mudando-se depois para Portland, em Oregon, onde moram hoje.
A adopção foi um processo difícil e aprender a cuidar de dois bebés levou a um conjunto de novos desafios e estilos de vida diferentes, tal como acontece com todos os novos pais, diz Reese.



“Quando as coisas acalmaram, apercebi-me do quanto gostava daquelas crianças”, diz Reese ao The Washington Post. “E quanto espaço ainda havia para a nossa família crescer”.
Depois de meses do casal tentar engravidar Reese, um homem transgénero, finalmente conseguiu. E há umas semanas deu à luz um menino saudável.
Reese e Chaplow documentaram a gravidez em blogues e nas redes sociais, esperando desmistificar as implicações de um homem transgénero engravidar e promover uma sensação de normalidade a pessoas que estão na mesma situação.
A história da sua família, e a vontade de a tornar pública, demonstra uma mudança na forma da sociedade ver a gravidez e a educação de crianças por parte de homens transgénero como um estigma social. Este estigma já começou a desaparecer e grupos de defesa dos direitos LGBT têm lutado por mais aceitação.
Talvez o maior de desejo do casal seja clarificar algo: eles não são os primeiros. Longe disso.
“As pessoas acham que isto foi uma experiência que decidimos fazer”, diz Reese, acrescentando que testemunhou amigos passarem pelo mesmo processo depois da transição deles. “Isto já foi feito. É algo que tem sido feito de forma bastante segura e saudável. Não queremos ser classificados como pioneiros.”
Nos últimos anos, muitos homens transgénero têm tido gravidezes bem-sucedidas e alguns muito após começarem a terapia de substituição hormonal. O The Village Voice publicou um artigo sobre Matt Rice, um homem transgénero que teve um filho recorrendo ao método de inseminação artificial, em 1999. Recentemente têm sido documentadas outras gravidezes de homens transgénero.
Reese, agora com 34 anos, nasceu num corpo de mulher e assim ficou até aos seus últimos anos de adolescência. Aos 20 anos, depois de aconselhamento, começou a tomar hormonas e a identificar-se como homem. Cerca de oito anos depois conheceu Chaplow e, como recordam, foi “amor à primeira vista”. Ganharam a custódia dos sobrinhos de Chaplow em 2011.
Quando decidiram ter um filho biológico, procuraram aconselhamento médico. Foram informados de que, como na sua transição Reese só se tinha submetido a terapia hormonal, o processo para se preparar para conceber uma criança não seria muito diferente do de uma mulher que usasse a pílula ou outros métodos contraceptivos.
Cinco meses depois de parar de tomar testosterona, Reese engravidou. O casal optou por não divulgar o método de concepção escolhido.
“Quando descobri, estava tão excitado quanto com medo”, explicou. “Estava tão feliz por passar por este processo com a pessoa que amo, mas ao mesmo tempo aterrorizado. Ia conseguir fazê-lo? A gravidez é difícil, o parto é difícil e esperava ser capaz de lidar com tudo.”
Aos seis meses de gravidez, Reese respondeu a muitas curiosidades e clarificou algumas ideias erradas que as pessoas tinham em relação à sua gravidez num vídeo que publicou nas redes sociais. Sentado no sofá com uma barriga do tamanho de um melão escondida pela roupa, explicou como a testosterona que tomava lhe fez crescer barba e fez com que a sua voz ficasse mais grave, mas que o deixou com um útero e ovários funcionais.
“Nunca desejei ter nascido rapaz ou ter um corpo exactamente igual ao do meu parceiro, que nasceu rapaz”, explica Reese. “Sinto-me bem com ser transgénero. Sinceramente, acho que é maravilhoso. E nunca quis que o meu corpo fosse diferente do que é.”
“Se conseguirem perceber essa parte, então começa a fazer-vos mais sentido e a não parecer tão estranho eu querer conceber um bebé, pois não quero que o meu corpo não seja um corpo transgénero. Sinto-me bem ser um homem com um útero e que tem a possibilidade de ter um filho.”
Reese contou que a sua gravidez teve todos os altos e baixos característicos de uma gravidez: os pés inchados, a fatiga, as mudanças de humor e toda a excitação de estar prestes a trazer uma nova criança ao mundo.
A 14 de Julho, ao fim de 30 horas de trabalho de parto, nasceu Leo, um rapaz saudável com um pouco mais de 4kg.
Reese contou ao Washington Post que nunca imaginaria que a sua vida desse uma volta tão grande quando começou a terapia hormonal há 14 anos.
“Achava que nunca ia encontrar alguém por quem me apaixonasse e que quisesse ficar comigo. Nunca me imaginei a adoptar duas crianças tão brilhantes, engraçadas e encantadoras. O facto de que isto me aconteceu apanhou-me completamente de surpresa. Não é esta a história de transgénero que nos contam, que ter uma família é possível.”

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Como fazer o melhor sexo da vida pela manhã: 8 dicas para começar bem o dia.

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Se toda vez que o despertador toca você sofre para levantar da cama e geralmente enrola para acordar, que tal abandonar a preguiça e ganhar mais pique e disposição sob o incentivo de ter o sexo como a primeira atividade do dia?

Dicas para fazer sexo de manhã e apimentar a relação

1. Se seu parceiro ou parceira demora mais para sair da cama, faça um strip-tease improvisado e bem casual para que ele ou ela se sinta estimulado para despertar mais rapidamente e ir ao seu encontro.


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2. Se vocês costumam tomar café da manhã na cama, que tal aproveitar e fazer com que a refeição evolua para uma brincadeira sensual, usando alguns alimentos da bandeja como ingredientes do sexo?
3. Quem não gostaria de despertar de manhã recebendo sexo oral? Então, fica a dica: antes que o parceiro ou parceira acorde, inicie as carícias, que geralmente serão retribuídas com grande prazer e podem seguir para uma transa animada.
4. Vocês ainda podem acabar com a preguiça no período da manhã com uma excitante brincadeira de pega-pega ou uma guerra de travesseiros, misturando sedução, bom humor e erotismo.
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5. Aposte na posição de conchinha. Ela é ideal para o sexo matinal porque, além de não demandar muita força e energia, permite que o parceiro fique com as mãos livres para acariciar a parceira e sussurrar palavras picantes ao pé do ouvido.

6. Em vez de abrir as cortinas imediatamente ao acordar, aproveite os feixes de luz que podem criar um ambiente mais confortável e sedutor, bastante convidativo ao sexo.
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7. A preguiça de sair da cama e tomar um banho de manhã pode desaparecer completamente se vocês dividirem o chuveiro para uma transa debaixo d'água.
8. O sexo no período matutino ainda pode despertar os sentimentos mais intensos e selvagens dos casais, já que a preocupação com roupas, cabelo, maquiagem e outros artifícios é substituída pela simples vontade de aproveitar o momento e se entregar ao prazer.

Benefícios de transar pela manhã

Fazer sexo logo cedo não é apenas prazeroso, como também pode trazer diversos benefícios para a saúde e para o relacionamento amoroso.

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Como transar libera oxitocina, substância conhecida como “hormônio do amor”, os casais poderão experimentar sensação inédita de bem-estar físico e emocional, garantindo maior proximidade, além de energia e disposição para enfrentar as dificuldades do dia a dia.
Além disso, o sexo pela manhã aumenta os níveis de IgA, um anticorpo que fortalece o sistema imunológico, diminuindo os riscos de infecções. Outro ponto a favor da transa matinal é o fato de o nível de testosterona dos homens ser muito mais alto após horas de sono, o que pode resultar em uma relação ainda mais prazerosa.

sábado, 5 de agosto de 2017

Estudo mostra que gay com HIV indetectável não contamina parceiro.



A 9ª Conferência IAS sobre Ciência do HIV divulgou em Paris, um estudo mostrando que nenhum homem soropositivo e com carga viral indetectável conseguiu transmitir o vírus para o parceiro.
Cerca de 358 casais gays do Brasil, Tailândia e Austrália participaram do estudo, que aconteceu entre os anos de 2012 e 2016. Todos eles totalizaram, no período, 17 mil relações sexuais anais sem preservativo.
Na pesquisa, todos os casais eram sorodiscordantes (quanto um tem HIV, e outro não). Os que possuíam o vírus tinham carga viral indetectável, ou seja, o HIV não aparecia no sangue. Isso acontece quando toda a medicação está sendo tomada adequadamente.
O resultado da pesquisa mostra que o tratamento do HIV bloqueia a transmissão em casais com diferentes níveis da doença. Entretanto, é necessário que o portador do vírus esteja sob cuidados médicos regulares, e principalmente, que não perca nenhuma das medicações antirretrovirais, para que a carga viral permaneça indetectável.